domingo, 10 de fevereiro de 2008


comprometo a estética momentânia (um sentido de vaidade), quero uma linha tortuosa da aventura para adquirir um carinho especial por um pedaço....

Tento escrever um poema e sai torto.

Em um caderno antigo mesmo escrevi que...eu tinha que desfazer o que faço, porque senão não há crítica. Não tenho tanta certeza agora...

Tantas verdades, um casamento, um mundo tão, mas tão grande que sobra um sentimento de impotência por tudo e por todos. Quantos não querem, do fundo do coração, com todas as forças, com tudo o que pode-se sonhar, sentir-se obviamente, estupidamente bem com uma casa e um Rolls royce na garagem.

Diamantes caem do céu
E corro em busca da beleza
Que senão sobra tristeza
De ser contra a poesia

Nenhum comentário: